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12 de janeiro de 2021
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Mercado de movimentação de materiais no mundo está otimista para os próximos anos

De acordo com estudo comprado da Freedonia Group, o Brasil é a região que mais vai crescer em material handling, nos próximos 5 anos com relação ao mundo
Fonte: Assessoria de Imprensa

Segundo Marcelo Bueno, presidente na América Latina, da Ulma Handling Systems (Ugarte, Lizarralde, Mendiola, Maiztegui, Ayastui), especializada no desenvolvimento de projetos de sistemas e armazéns automatizados para diversos segmentos da indústria, o mercado de movimentação de materiais no mundo está estimado a atingir a marca de 190 bilhões de dólares em 2023

Bueno analisa o panorama mundial atual do setor, enquanto desenvolve seu planejamento tendo como base projeções de um estudo que foi comprado da Freedonia Group para que ele possa desenhar quais serão as estratégias para atingir as metas de negócios, nos próximos anos.

“Nós estamos no mínimo, uma década atrás de mercados maduros como o Europeu ou o Norte Americano, em termos de investimento em automação, mais especificamente na Distribuição’, comenta.

“O mercado de movimentação de materiais é muito amplo e envolve, desde o fornecedor de uma grua para a construção civil, até o de empilhadeiras e os demais veículos que são utilizados nos Centros de Distribuição. Mas há também, o mercado mais restrito, que é o de sistemas para movimentação de armazenagem, onde atuamos. Estamos focados no mercado de distribuiç&a...


Segundo Marcelo Bueno, presidente na América Latina, da Ulma Handling Systems (Ugarte, Lizarralde, Mendiola, Maiztegui, Ayastui), especializada no desenvolvimento de projetos de sistemas e armazéns automatizados para diversos segmentos da indústria, o mercado de movimentação de materiais no mundo está estimado a atingir a marca de 190 bilhões de dólares em 2023

Bueno analisa o panorama mundial atual do setor, enquanto desenvolve seu planejamento tendo como base projeções de um estudo que foi comprado da Freedonia Group para que ele possa desenhar quais serão as estratégias para atingir as metas de negócios, nos próximos anos.

“Nós estamos no mínimo, uma década atrás de mercados maduros como o Europeu ou o Norte Americano, em termos de investimento em automação, mais especificamente na Distribuição’, comenta.

“O mercado de movimentação de materiais é muito amplo e envolve, desde o fornecedor de uma grua para a construção civil, até o de empilhadeiras e os demais veículos que são utilizados nos Centros de Distribuição. Mas há também, o mercado mais restrito, que é o de sistemas para movimentação de armazenagem, onde atuamos. Estamos focados no mercado de distribuição, o de material handling, que está amadurecendo muito, até por necessidade pontual, como o e-commerce que já vinha em uma crescente e que explodiu com o cenário da pandemia”, explica Bueno.

Segundo o executivo, o cenário com a Covid-19 não impactou negativamente os negócios da Ulma.

Desde o mês de maio, meio da crise, a empresa vem fechando contratos de dimensões diversas, que variam de 5 a 30 milhões de Euros. Atualmente, a empresa atua em cinco grandes projetos, na América do Sul, nos segmentos de indústria de alimentos, laticínios, setor de material de construção, distribuidores farmacêuticos, atacadistas, industria de tintas, entre otros.

“Os nossos projetos têm um ciclo de venda muito longo. Clientes que já estavam com orçamentos aprovados e verba alocada, não voltaram atrás porque sabem que estamos falando de uma crise sanitária que tem um impacto econômico, pode até durar de um a dois anos, mas esse vírus não vai dizimar a Terra”, comenta.

“Então, eles não postergam investimentos porque sabem que isso não faz sentido. Já, os que estavam começando a pensar em fazer algo conosco pararam a conversa no início da pandemia, mas já retomaram. Há também os que desistiram, mas pela minha experiência, essas são empresas que sempre perdem as grandes oportunidades, porém estão sempre atrás. Eles esperam todo mundo sair na frente e depois correm”, explica.

Números do segmento
Bueno conta que o mercado de movimentação de materiais, está estimado a chegar em 190 bilhões de dólares, em 2023, no mundo inteiro. Isso considerando tudo o que estiver dentro da cadeia de movimentação.

“Nesse mercado, nós temos indústrias de manufatura, construção, mineração e distribuição, onde atuamos com mais expressão. Essa indústria de distribuição representa 10% de todo esse mercado mundial, um montante de US$ 19 bilhões em distribuição. Estamos há uma década atrás dos mercados maduros Europa e América do Norte. Nem estou considerando a Ásia, que é o maior mercado do mundo neste quesito, por termos mais proximidade com os outros continentes”, explica Bueno.

Ainda baseado no estudo comprado da Freedonia Group, ele aponta que o Brasil é a região que mais vai crescer em material handling, nos próximos 5 anos com relação ao mundo.

“Se analisarmos a proporção dos investimentos em automação e o PIB dos países, nós temos na Europa, Ásia e América do Norte, algo acima de 1%. Quando olhamos para a América Latina, ela está em torno de 0,5% e, no Brasil, abaixo disso. Isso significa que o potencial que temos de investimento em automação é enorme. Entre muitas coisas que se faz no aumento de produtividade, uma delas é o investimento em automação e isso é fundamental. Caso contrário, nós não vamos dar um salto necessário e passar a sermos um país rico algum dia”, reforça.

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