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04 de agosto de 2020
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Locação de frotas é alternativa de economia para empresas durante a crise

Marbor Frotas Corporativas aponta modelos de veículos mais alugados para cada situação e quais são as tendências do mercado
Fonte: Assessoria de Imprensa

A locação de frotas é uma solução econômica para empresas durante a crise. Mas, o perfil dos veículos varia de acordo com a necessidade e utilização de cada negócio.

A Marbor Frotas Corporativas comenta a seguir sobre as principais formas de locação praticadas hoje no mercado e sobre os benefícios de cada uma delas.

Na linha de automóveis leves, o perfil mais comum das locações é de modelos de entrada de linha, como os de motor 1.0, para uso diário de equipes comerciais ou operacionais. No entanto, muitas empresas também alugam veículos de topo de linha, como Sedans e SUV, que são oferecidos como benefícios aos seus executivos.

“Todas as empresas podem se beneficiar das facilidades da locação, mas percebemos que companhias estrangeiras que operam no Brasil são mais adeptas desse modelo, certamente por trazerem esse hábito das suas matrizes”, comenta Renato Vaz, diretor da Marbor.

Segundo o executivo, as empilhadeiras são diretamente ligadas ao tipo de operação de cada empresa; então, não há modelos preferencias. “Mas podemos dizer que as empilhadeiras elétricas vêm ganhando um bom espaço entre os equipamentos mais solicitados para locação”, diz Vaz.

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A locação de frotas é uma solução econômica para empresas durante a crise. Mas, o perfil dos veículos varia de acordo com a necessidade e utilização de cada negócio.

A Marbor Frotas Corporativas comenta a seguir sobre as principais formas de locação praticadas hoje no mercado e sobre os benefícios de cada uma delas.

Na linha de automóveis leves, o perfil mais comum das locações é de modelos de entrada de linha, como os de motor 1.0, para uso diário de equipes comerciais ou operacionais. No entanto, muitas empresas também alugam veículos de topo de linha, como Sedans e SUV, que são oferecidos como benefícios aos seus executivos.

“Todas as empresas podem se beneficiar das facilidades da locação, mas percebemos que companhias estrangeiras que operam no Brasil são mais adeptas desse modelo, certamente por trazerem esse hábito das suas matrizes”, comenta Renato Vaz, diretor da Marbor.

Segundo o executivo, as empilhadeiras são diretamente ligadas ao tipo de operação de cada empresa; então, não há modelos preferencias. “Mas podemos dizer que as empilhadeiras elétricas vêm ganhando um bom espaço entre os equipamentos mais solicitados para locação”, diz Vaz.

O executivo da Marbor lembra que, além de reduzir custos, a locação destes equipamentos ajuda a manter um bom nível de serviço nas operações logísticas, porque as locadoras são responsáveis por garantir que as máquinas estejam operando a maior parte do tempo.

A finalidade da locação de caminhão é apoiar a operação dos clientes de uma forma mais dinâmica e econômica.

Como cada tipo de caminhão atende a uma necessidade especifica da operação, a variedade de modelos é maior, sem uma preferência de mercado. A escolha é feita de acordo com a necessidade.

Segundo a Marbor, existem basicamente dois perfis de usuários de caminhões: os que fazem receita com veículo (fretes) e os que o utilizam como ferramenta da empresa – por exemplo, construtoras, mineradoras, agronegócio, etc.

“Atualmente, este segundo perfil de empresa é quem tem buscado mais fortemente a locação dos veículos. Mas o grupo de transporte já tem reconhecido as vantagens da terceirização e também vem migrando sua operação para este modelo”, completa Vaz.

A locação de veículos seminovos tem sido mais utilizada em operações logísticas (com caminhões e empilhadeiras) e nas atividades comerciais (com automóveis leves).

“Este é um modelo mais recomendado a empresas que necessitam de equipamentos (automóveis, caminhões ou empilhadeiras), mas que passam por um momento de maior limitação orçamentária e que não precisam utilizar veículos zero km. É uma boa alternativa para atender as operações de forma ainda mais econômica”, avalia o diretor da Marbor.