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30 de janeiro de 2019
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CONSTRUÇÃO / Indústria da construção registra otimismo

Para José Romeu Ferraz Neto, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Grandes Estruturas do Estado de São Paulo  (SindusCon-SP),  a projeção leva em consideração o início de uma retomada no segundo semestre de 2018.

Segundo dados apresentados na pesquisa Focus do Banco Central, espera-se que em 2019 o PIB do Brasil cresça em 2,8%. É um valor expressivo em comparação com o crescimento de 1,01% registrado em 2017.

Sondagem Indústria da Construção

Os empresários da indústria da construção começaram 2019 otimistas e apostam no aumento do nível de atividade do emprego, dos novos empreendimentos e serviços.

Todos os indicadores de confiança do setor melhoraram em janeiro, informa a Sondagem Indústria da Construção divulgada no dia 28 de janeiro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O índice de expectativas sobre o nível de atividade subiu para 58,4 pontos, o de novos empreendimentos e serviços aumentou para 58,1 pontos, o de número de empregados alcançou 56,1 pontos e o de compra de insumos e matérias-primas atingiu 56,5 pontos. Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando estão acima dos 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes.

A disposição para investir também melhorou. O índice de intenção de investimentos aumentou para 38 pontos neste mês, o maior nível desde janeiro de 2014.

De acordo com a pesquisa da CNI, o indicador cresceu 5,5 pontos de outubro para janeiro. Com a melhora significativa ao longo do quarto trimestre de 2018, o índice está acima da média histórica de 33,6 pontos. O indicador varia de zero a cem pontos, quando maior o índice, maior a disposição para investir.

A pesquisa mostra ainda que o Índice de Confiança do Empresário da Construção (ICEI-Construção) alcançou 63,7 pontos em janeiro e está muito acima da média histórica de 53,1 pontos.

Todos os componentes do ICEI-Construção melhoraram em janeiro frente a dezembro. Mas, pela primeira vez desde 2014, os empresários do setor estão otimistas com as condições atuais dos negócios. O índice de condições atuais subiu para 51,6 pontos, ficando acima da linha divisória dos 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança.