FECHAR
FECHAR
27 de outubro de 2015
Voltar

Artigos

Fundacentro inicia celebrações de seu cinquentenário

Criada oficialmente em 1966, a Fundacentro teve os primeiros passos de sua história dados no início da década, quando crescia a preocupação com os altos índices de acidentes e doenças do trabalho
Fonte: Assessoria de Imprensa

A Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho - Fundacentro completará 50 anos em 2016.

Na data em que a Fundação celebrou 49 anos em 21 de outubro, aconteceu o lançamento do slogan e do selo comemorativo dos 50 anos, que inicia as atividades para a celebração do cinquentenário da instituição em 2016.

Durante o evento, foi realizada uma mesa com a presença do médico René Mendes e do engenheiro Leonídio Ribeiro, que chefiaram as áreas de medicina do trabalho e de engenharia de segurança da Fundacentro, respectivamente, na década de 1970. Mendes chegou a ser diretor técnico de 1975 até fevereiro de 1976.

Também houve a participação do médico do trabalho Joaquim Dantas, primeiro chefe da Fundacentro/PE, que foi uma das primeiras regionais da instituição, ao lado da Fundacentro/RJ, ambas criadas em 1971.Os trabalhos foram coordenados pelo diretor técnico Robson Spinelli.

Criada oficialmente em 1966, a Fundacento teve os primeiros passos de sua história dados no início da década, quando a preocupação com os altos índices de acidentes e doenças do trabalho crescia no Governo e entre a sociedade.

Já em 1960, o governo brasileiro iniciou gestões com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), com a finalidade de promover estudos e avaliações do problema e apontar soluções que pudessem alterar esse quadro.

Em 1966, durante o Congresso Nacional de Prevenção de Acidentes, realizado em São Paulo, foi oficializada a criação da Fundacentro, que teve sua primeira sede instalada no bairro de Perdizes.

Datam dessa fase inicial da entidade os primeiros estudos e pesquisas no Brasil sobre os efeitos de inseticidas organoclorados na saúde; da bissinose (doença ocupacional respiratória que atinge trabalhadores do setor de fiação, expostos a poeira de algodão e juta); sobre as consequências das vibrações e ruídos em trabalhadores que operam marteletes; sobre o teor da sílica nos ambientes de trabalho na indústria cerâmica e ainda sobre os riscos da exposição ocupacional ao chumbo.

 

 

Produção editorial: Revista M&T – Desenvolvido e atualizado por Diagrama Marketing Editoral