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16 de novembro de 2016
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Comércio Exterior

Exportações de implementos rodoviários crescem

De janeiro a setembro as exportações de implementos rodoviários apresentaram crescimento de 24,21%
Fonte: Assessoria de Imprensa

A busca por expandir o mercado externo para o segmento de implementos rodoviários tem tido boa receptividade nos países da América do Sul.

Em outubro um grupo de empresas produtoras de implementos rodoviários esteve no Chile em mais um encontro coordenado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil).

“Temos a indústria mais desenvolvida na região e por isso é natural que os nossos fabricantes assumam o protagonismo no setor”, diz Mario Rinaldi, diretor executivo da Anfir.

“O caminho da internacionalização não tem volta”, sentencia Rinaldi. A viagem ao Chile foi a terceira no programa de internacionalização desenvolvido em parceria com a Apex-Brasil. As outras duas foram Colômbia e Peru.

De janeiro a setembro as exportações de implementos rodoviários apresentaram crescimento de 24,21%. No período foram enviados ao exterior 2.914 Reboques e Semirreboques ante 2.346 unidades de janeiro a setembro de 2015.

Mercado interno

No entanto, a indústria de implementos rodoviários registrou em outubro dois dos piores meses de sua história em termos de desempenho de emplacamentos.

O segmento Pesado entregou ao mercado 1.621 unidades, o pior volume desde 2004; enquanto o setor Leve comercializou 2.734 produtos, o pior resultado desde 2008.

No balanço de janeiro a outubro de 2016 foram emplacados 52.203 unidades ante 75.839 produtos no mesmo período de 2015. Isso representa queda de 31,17%.

“Retração em um terço sobre o resultado do ano anterior traz consequências ruins às empresas como desemprego e endividamento”, lamenta Braga.

Para o presidente da Anfir qualquer sinal de recuperação só deverá aparecer em 2017.

“Mas não deverá ser nada forte porque as empresas sofreram e sofrem bastante com a crise e não estariam preparadas para produzir com a intensidade necessária para caracterizar uma retomada forte”, afirma. “E mesmo assim acredito em retomada para minimizar as perdas sem saldo positivo”, acrescenta.

 

 

Produção editorial: Revista M&T – Desenvolvido e atualizado por Diagrama Marketing Editoral