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22 de outubro de 2019
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TECNOLOGIA

Estudo da Moba mostra impacto da tecnologia na compactação

Projeto busca comprovar o aumento de eficiência e a otimização da etapa de compactação obtidos com o uso de assistentes automatizados de compactação
Fonte: Assessoria de Imprensa

Desde o início deste ano, a multinacional alemã Moba vem realizando uma série de estudos no Brasil para identificar e quantificar as possibilidades de redução de custos e de retrabalho no processo de compactação para obras de infraestrutura.

Batizado de ‘As Built’, o programa busca comprovar o aumento de eficiência e a otimização da etapa de compactação obtidos com o uso de assistentes automatizados de compactação, comparando os resultados à operação convencional.

Além de engenheiros brasileiros, profissionais da Índia e da Alemanha também participam do projeto. “Os resultados já apurados são animadores, mostrando uma redução do número de passadas pode chegar a 50%”, descreve a empresa em comunicado. “E o melhor: isso é obtido com o uso de tecnologias acessíveis ao setor de construção pesada do país.”

Esse percentual, diz a empresa, deve mudar a forma de operação das prestadoras de serviço em construção pesada e infraestrutura. Afinal, grande parte das obras no país ainda ocorre sem qualquer recurso tecnológico, baseando-se apenas na experiência dos profissionais de campo.

“A otimização do processo contribui ainda para ...


Desde o início deste ano, a multinacional alemã Moba vem realizando uma série de estudos no Brasil para identificar e quantificar as possibilidades de redução de custos e de retrabalho no processo de compactação para obras de infraestrutura.

Batizado de ‘As Built’, o programa busca comprovar o aumento de eficiência e a otimização da etapa de compactação obtidos com o uso de assistentes automatizados de compactação, comparando os resultados à operação convencional.

Além de engenheiros brasileiros, profissionais da Índia e da Alemanha também participam do projeto. “Os resultados já apurados são animadores, mostrando uma redução do número de passadas pode chegar a 50%”, descreve a empresa em comunicado. “E o melhor: isso é obtido com o uso de tecnologias acessíveis ao setor de construção pesada do país.”

Esse percentual, diz a empresa, deve mudar a forma de operação das prestadoras de serviço em construção pesada e infraestrutura. Afinal, grande parte das obras no país ainda ocorre sem qualquer recurso tecnológico, baseando-se apenas na experiência dos profissionais de campo.

“A otimização do processo contribui ainda para gerar ganhos indiretos, como menor desgaste de equipamentos, menor consumo de combustível e, até mesmo, melhor dimensionamento de máquinas”, ressalta Patrícia Herrera, gerente da Moba no Brasil e responsável pelo estudo. O estudo pode ser acessado neste link.