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19 de fevereiro de 2019
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EMPRESAS

Epiroc apresenta recorde de receitas no primeiro ano de operação independente

As receitas aumentaram 25% para SEK (coroas suecas) 10.558 milhões (8.464), representando um crescimento orgânico de 19%.
Fonte: Assessoria de Imprensa

A Epiroc divulgou seus resultados financeiros para o quarto trimestre de 2018. De uma forma geral, segundo a empresa, os pedidos recebidos aumentaram 17% para 9.468 milhões de SEK (coroas suecas) – (de 8.058), representando um crescimento orgânico de 11%.

Além disso, as receitas aumentaram 25% para SEK 10.558 milhões (8.464), representando um crescimento orgânico de 19%.

“O lucro operacional foi de 2.162 milhões de coroas suecas (1.528), incluindo os custos relacionados à separação da Atlas Copco e a mudança na provisão para programas de incentivo de longo prazo de 8 milhões de coroas suecas (-50)”, comenta Per Lindberg (foto), Presidente e CEO da Epiroc.

A margem operacional foi de 20,5% (18,1) e 20,4% (18,6) após ajustada para custos de divisão e mudança na provisão para programas de incentivo de longo prazo.

Segundo Lindberg, no primeiro ano atuando como Epiroc, a empresa obteve um forte crescimento, com um aumento na capacidade de produção e serviços para atender os clientes, e as receitas atingiram um recorde.

“Os custos relacionados à separação da Atlas Copco estão diminuindo gradualmente conforme planejado. Foi registrado um forte fluxo de caixa no trimestre, apoiado pelo forte lucro operacional e pela redução do capital de giro”, comenta.

A demanda dos clientes pelos equipamentos, serviços e ferramentas para construção e demolição permaneceu em bom nível durante o trimestre.

Na mineração, explica o executivo, a maioria dos pedidos de equipamentos foi para expansão, incluindo também alguns pedidos para projetos do tipo greenfield.

A demanda permaneceu robusta em infraestrutura. Os negócios em pós-venda foram apoiados pela alta atividade entre os clientes e alcançaram um forte crescimento. Os preços dos minerais não mudaram substancialmente durante o trimestre e as empresas do setor parecem razoavelmente confiantes sobre o futuro.

Na opinião do executivo, enquanto se espera que a demanda continue no nível atual no curto prazo, existem incertezas relacionadas ao desenvolvimento do ciclo econômico e às tensões comerciais globais.

“Lançamos a segunda geração de equipamentos operados por bateria em novembro, em um evento em Örebro, na Suécia. Isso criou um forte interesse de nossos clientes e começamos a ver os pedidos chegando. Nossos clientes estão prontos para uma grande mudança tecnológica em direção a mais automação, digitalização e equipamentos movidos a bateria”, complementa Lindberg.