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08 de abril de 2019
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ARTIGO

Agronegócio passa por virada digital e pede gestão para alavancar

Fonte: Assessoria de Imprensa

O cenário atual das relações comerciais entre a China e os EUA favorecem a posição no Brasil no mercado internacional com as exportações de soja.

O agronegócio brasileiro está muito bem estruturado e possui pontos fortes relevantes que garantem a competitividade no cenário internacional: recursos humanos profissionais e qualificados, boa capacidade de gestão na produção e comercialização das commodities agropecuárias, clima e topografia de solo favoráveis que nos permitem produzir mais de uma safra, bom nível de desenvolvimento tecnológico, alta capacidade de produção de maquinário e insumos agrícolas, e grande extensão de terras com potencial agrícola ainda não cultivada.

O país também é precursor da criação do sistema de integração lavoura, pecuária e floresta (ILPF), que permite, simultaneamente, o cultivo de grãos, de forma saudável e sustentável, junto com a produção pecuária e com a manutenção do eucalipto como reserva neste contexto integrado.

Este sistema, um dos mais modernos no mundo, permite a geração de vários benefícios adicionais permitindo que toda a cadeia ganhe na geração de valor e que produtor possa otimizar recursos, mão-de-obra e maquinários.

De fato, o Brasil possui pesquisadores de ponta e tem adotado o que há de mais moderno na prática agrícola, desde o desenvolvimento e uso da biotecnologia até a aplicação destes sistemas integrados de produção como acontece com o ILPF.

Desafios

Apesar de investir no que há demais moderno em tecnologia de campo, o agricultor brasileiro ainda não se profissionalizou em gestão de tecnologia. Este profissional ainda precisa se preparar para a revolução digital – seja na adoção da agricultura de precisão, no uso da inteligência artificial ou big data.

Junto com o desafio da gestão deste universo agro e tecnológico, outro obstáculo é instruir os agricultores a lidar com o compartilhamento de informação.

Este público ainda teme que seus dados sejam compartilhados ou vendidos, muitos ainda não vêm vantagens em compartilhar as informações.

A deficiência de compreensão é facilmente notada na subjetividade que ainda é muito presente na produção e no processo de classificação de sementes e grãos; na falta de automação na coleta de informações; na baixa precisão na coleta atual de dados e falta ou deficiência de conectividade nas fazendas.