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06 de março de 2020
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Fabricante

Um ícone do setor

Ao completar 70 anos no Brasil, a New Holland Construction reafirma a confiança na recuperação do mercado nacional de construção, em que se destaca desde os anos 50

Em fevereiro, a New Holland Construction celebrou seu 70º ano no Brasil. As origens da empresa remontam à antiga Moto Agrícola Indústria e Comércio, distribuidora de tratores Fiat na década de 50, passando pela transição como Fiatallis nos anos 70 e a compra da Ford New Holland nos 90, dentre outras fusões, aquisições e joint-ventures, que levaram à formatação atual como uma das principais fabricantes de equipamentos para construção do país e do mundo.

Neste período, muitos dos produtos fabricados localmente pela empresa tornaram-se ícones do setor, como a S90, primeira escavadeira do Brasil (lançada em 1973), a linha FG de motoniveladoras articuladas (início dos anos 80), a linha FB de retroescavadeiras (1990) ou a linha Série C EVO de escavadeiras (2017), dentre outros, que fizeram da marca um sinônimo de qualidade e alta produtividade nos canteiros do país.

CONFIANÇA

Ao completar sete décadas no mercado brasileiro, a empresa segue confiante em um cenário mais positivo para o setor da construção no Brasil.

Segundo Paula Araújo, vice-presidente da New Holland Construction para a América do Sul, isso ficou mais uma vez claro em 2017, quando a fabricante – em plena recessão econômica do país – realizou um aporte de R$ 35,5 milhões na operação brasileira, o que resultou na introdução de seis novos modelos de escavadeiras da Série C EVO, ampliando e fortalecendo o portfólio da marca nas categorias de 13 t a 50 t.

Ademais, a linha materializa o foco da fabricante em tecnologia, o que perpassa todas as famílias de máquinas fabricadas em Contagem (MG). Nos últimos anos, diversos lançamentos têm mostrado isso, como é o caso da retroescavadeira conceito B95B Aces


Em fevereiro, a New Holland Construction celebrou seu 70º ano no Brasil. As origens da empresa remontam à antiga Moto Agrícola Indústria e Comércio, distribuidora de tratores Fiat na década de 50, passando pela transição como Fiatallis nos anos 70 e a compra da Ford New Holland nos 90, dentre outras fusões, aquisições e joint-ventures, que levaram à formatação atual como uma das principais fabricantes de equipamentos para construção do país e do mundo.

Neste período, muitos dos produtos fabricados localmente pela empresa tornaram-se ícones do setor, como a S90, primeira escavadeira do Brasil (lançada em 1973), a linha FG de motoniveladoras articuladas (início dos anos 80), a linha FB de retroescavadeiras (1990) ou a linha Série C EVO de escavadeiras (2017), dentre outros, que fizeram da marca um sinônimo de qualidade e alta produtividade nos canteiros do país.

CONFIANÇA

Ao completar sete décadas no mercado brasileiro, a empresa segue confiante em um cenário mais positivo para o setor da construção no Brasil.

Segundo Paula Araújo, vice-presidente da New Holland Construction para a América do Sul, isso ficou mais uma vez claro em 2017, quando a fabricante – em plena recessão econômica do país – realizou um aporte de R$ 35,5 milhões na operação brasileira, o que resultou na introdução de seis novos modelos de escavadeiras da Série C EVO, ampliando e fortalecendo o portfólio da marca nas categorias de 13 t a 50 t.

Desde as origens com a Moto Agrícola até as tecnologias atuais, a New Holland Construction estabeleceu uma das mais bem-sucedidas trajetórias na indústria de equipamentos

Ademais, a linha materializa o foco da fabricante em tecnologia, o que perpassa todas as famílias de máquinas fabricadas em Contagem (MG). Nos últimos anos, diversos lançamentos têm mostrado isso, como é o caso da retroescavadeira conceito B95B Acessível, equipada com WiFi e biometria, e da pá carregadeira W190B Conecta, em que o operador aciona a ignição do motor por meio de um tablet ou smartphone, além do desenvolvimento de vários projetos com combustíveis alternativos.

Neste ano, a empresa afirma que não pretende realizar lançamentos específicos, mas antecipa que fará atualizações de produtos, com adaptações das versões existentes, assim como a implementação de novas tecnologias nas linhas atuais. “A mecanização industrial e de campo vem acontecendo de forma rápida”, diz Paula Araújo. “Mas apesar de ser uma tendência, a adoção da tecnologia deve ser feita visando à necessidade dos clientes, além de ser aplicada da forma correta, para que possa resultar em vantagens competitivas.”

EXPECTATIVAS

Em termos comerciais, a empresa tem uma expectativa de crescimento de 10% nos resultados, seguindo a tendência dos dados apresentados pelo Estudo de Mercado da Sobratema de 2019. “Os segmentos da economia que irão impulsionar as vendas dos equipamentos da marca são o mercado de construção, locação e agrícola”, avalia a executiva.

Atualmente, a fábrica em Contagem (MG) conta com uma capacidade produtiva de dez mil máquinas e opera em dois turnos. Única da marca do Grupo CNHi no país, a unidade produz seis modelos de escavadeiras, quatro de pás carregadeiras, três de motoniveladoras, três de tratores de esteira e dois de retroescavadeiras, além de importar miniescavadeiras da Itália e minicarregadeiras dos EUA, totalizando sete linhas de produtos para o mercado brasileiro. “Neste momento, operamos com 60% da nossa capacidade produtiva”, afirma a vice-presidente, acrescentando que a unidade já alcançou a meta de Aterro Zero, tratando e reaproveitando 100% de seus resíduos.

Citando dados da Sobratema, Paula Araújo diz acreditar que em 2020 a produção nacional de máquinas possa chegar a 19.700 unidades, em um avanço mais rápido que nos últimos anos, especialmente por conta da estabilização da taxa de juros, que está gerando maior confiança para o investidor, além, é claro, da necessidade do país em termos de investimentos em infraestrutura, incluindo a pavimentação de rodovias, principal forma de transporte e escoamento de mercadorias. “No Brasil, apenas 12% das estradas são pavimentadas, além de haver uma necessidade urgente no setor de saneamento, em que 35% de todos os brasileiros não têm acesso ao fornecimento de água, o que abre oportunidades nesses nichos”, diz. “Hoje, o principal desafio do Brasil é concretizar a retomada, mas temos condições mercadológicas para que isso aconteça.”

Fabricante realizatestes com novos compactadores

Lançamento recente da marca, o rolo V110 é a aposta atual para o mercado de pavimentação

De acordo com Giovanni Borgonovo, gerente de marketing da empresa para a América do Sul, o rolo compactador V110 vem sendo testado em vários clientes no Brasil, buscando demonstrar suas características em aplicações normais de compactação de solo, assim como para compactação em solos argilosos inclinados e em aterros sanitários. Aposta recente para o mercado rodoviário e de pavimentação, o equipamento é oferecido no país em duas versões, com cabine aberta ou fechada. “A alta força centrífuga dessa máquina implica em melhor profundidade de compactação”, destaca o executivo.

Saiba mais:
New Holland Construction: www.newholland.com.br