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31 de outubro de 2012
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Internacional

Setor de locação se fortalece na América do Sul

O mercado de locação de equipamentos de construção está cada vez mais competitivo e mais consolidado a cada dia.

Não há dúvidas. O mercado de locação de equipamentos de construção está cada vez mais competitivo e mais consolidado a cada dia. O Brasil sabe muito bem disso, com importantes companhias que puderam ver como seus negócios, nos últimos anos, tiveram crescimentos importantes.

Dessa forma, empresas latino-americanas de locação mostraram aumento de suas receitas e suas frotas. Para comprovar, basta dar uma olhada rápida no ranking IRN 100 (da revista International Rental News) que enumera as 100 principais locadoras a nível mundial. Na lista deste ano, quatro empresas da região foram mencionadas, sendo três brasileiras. A Mills Rental ficou com a posição número 47, a Solaris aparece na 54ª colocação, a chilena SKC Rental ocupa posição 83 e a companhia A Geradora, a 97.

Com esses números na cabeça, é interessante analisar os resultados obtidos pela pesquisa Rental Attitudes também elaborada pela IRN e que contou com uma forte participação latino-americana a partir da qual é possível afirmar que o mercado de locação continuará crescendo na nossa região. A maioria dos entrevistados usuários de equipamentos de locação da América do Sul reconheceu que esperam aumentar significativamente o uso da locação, principalmente procurando uma maior flexibilidade operacional e a redução de custos.

O destaque ficou para o Peru, onde 64% dos usuários esperam aumentar significativamente o uso da locação nos próximos cinco anos. Também aparece que 38% dos usuários chilenos disseram que pretendem aumentar em grande escala o uso da locação, e no Brasil, 26% também o farão. Essas informações indicam que a indústria da locação terá uma oportunidade real, nos próximos anos, para fortalecer sua relação com os usuários e manter um vínculo permanente com eles.

Mas as locadoras não podem ficar de braços cruzados diante do bom momento que vive o mercado. Por mais que este esteja crescendo com força na região, é necessário lembrar que ainda é uma indústria “em desenvolvimento” e que há espaço para crescer. Segundo a pesquisa, 26% dos usuários da América Central e do Sul alegaram pouco profissionalismo por parte das locadoras. No Brasil, país com mais anos de experiência nesse mercado, apenas 14% dos entrevistados responderam que existe pouco profissionalismo, porém somente 25% dos mesmos consideraram seus fornecedores muito profissionais.

A Colômbia é um dos países que mais precisa de


Não há dúvidas. O mercado de locação de equipamentos de construção está cada vez mais competitivo e mais consolidado a cada dia. O Brasil sabe muito bem disso, com importantes companhias que puderam ver como seus negócios, nos últimos anos, tiveram crescimentos importantes.

Dessa forma, empresas latino-americanas de locação mostraram aumento de suas receitas e suas frotas. Para comprovar, basta dar uma olhada rápida no ranking IRN 100 (da revista International Rental News) que enumera as 100 principais locadoras a nível mundial. Na lista deste ano, quatro empresas da região foram mencionadas, sendo três brasileiras. A Mills Rental ficou com a posição número 47, a Solaris aparece na 54ª colocação, a chilena SKC Rental ocupa posição 83 e a companhia A Geradora, a 97.

Com esses números na cabeça, é interessante analisar os resultados obtidos pela pesquisa Rental Attitudes também elaborada pela IRN e que contou com uma forte participação latino-americana a partir da qual é possível afirmar que o mercado de locação continuará crescendo na nossa região. A maioria dos entrevistados usuários de equipamentos de locação da América do Sul reconheceu que esperam aumentar significativamente o uso da locação, principalmente procurando uma maior flexibilidade operacional e a redução de custos.

O destaque ficou para o Peru, onde 64% dos usuários esperam aumentar significativamente o uso da locação nos próximos cinco anos. Também aparece que 38% dos usuários chilenos disseram que pretendem aumentar em grande escala o uso da locação, e no Brasil, 26% também o farão. Essas informações indicam que a indústria da locação terá uma oportunidade real, nos próximos anos, para fortalecer sua relação com os usuários e manter um vínculo permanente com eles.

Mas as locadoras não podem ficar de braços cruzados diante do bom momento que vive o mercado. Por mais que este esteja crescendo com força na região, é necessário lembrar que ainda é uma indústria “em desenvolvimento” e que há espaço para crescer. Segundo a pesquisa, 26% dos usuários da América Central e do Sul alegaram pouco profissionalismo por parte das locadoras. No Brasil, país com mais anos de experiência nesse mercado, apenas 14% dos entrevistados responderam que existe pouco profissionalismo, porém somente 25% dos mesmos consideraram seus fornecedores muito profissionais.

A Colômbia é um dos países que mais precisa de melhorias. Segundo a pesquisa, 42% dos entrevistados consideraram as empresas pouco profissionais.

Serviços

Com relação aos serviços prestados pelas locadoras, existe um consenso na América Latina. Todos consideram a confiança no equipamento o principal fator, com exceção do Panamá, onde a disponibilidade foi considerada primordial.

Com certeza o preço também é algo relevante, mas é um item de menor importância, caso seja feita uma comparação.

No entanto, as locadoras devem estar atentas à possibilidade de oferecer um serviço ainda mais integrado. Apesar de não haver uma tendência muito marcada, um terço dos usuários do Brasil (33%), do México (33%) e do Peru (30%) informou que gostaria que suas frotas viessem exclusivamente de locadoras.