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30 de maio de 2011
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Lançamento

Scania supre uma lacuna no segmento de pesados

Com o lançamento do P 340 6x4, montadora passa a contar com um modelo intermediário entre o caminhão de 310 hp, destinado a tarefas de apoio, e o extrapesado de 420 hp

A cidade paulista de Mogi-Guaçu foi o palco do lançamento do caminhão P 340 6x4, novo modelo desenvolvido pela Scania para aplicações fora-de-estrada. Com 24 t de capacidade de carga líquida e peso bruto total (PBT Técnico) de 35 t, o veículo é equipado com motor de 11 litros e 340 hp de potência, sendo indicado para operações severas em canteiros de construção, usinas sucroalcooleiras e colheita florestal.

Seu motor, adequado às atuais normas de controle de emissão de poluentes (Conama Fase P5), conta ainda com cabeçotes individuais para cada cilindro, facilitando a manutenção do veículo. Confirmando sua robustez e vocação para serviços pesados, a motorização oferece um torque de 1.600 Nm a uma faixa de rotação de 1.100 a 1.300 rpm.

“Com esse lançamento, a Scania reforça o seu portfólio de caminhões para o segmento fora-de-estrada, que já conta com veículos para atender todas as etapas das operações de transporte em mineradoras, canteiros de obras, canaviais e colheita florestal”, diz Silvio Renan Souza, gerente de vendas de caminhões para o segmento off road.

Modelo intermediário

Segundo Souza, o principal objetivo da fabricante sueca é oferecer caminhões específicos para cada fase do processo, o que evita movimentações desnecessárias do veículo e ajuda a reduzir o consumo de combustível. “Esses fatores contribuem para a diminuição dos custos operacionais do cliente”, diz ele.

Celso Mendonça, gerente de pré-venda da Scania Brasil, segue a mesma linha de raciocínio. O executivo ressalta que o P 340 chega ao mercado para ocupar uma lacuna detectada no portfólio de produtos da marca para o segmento fora-de-estrada. “Nós percebemos que a Scania não oferecia um caminhão de porte intermediário, já que o P 310 nasceu para ser um caminhão de apoio à operação e acima dele tínhamos apenas o G 420, que pertence à linha dos extrapesados”, afirma Mendonça.

O executivo ressalta que, com o novo veículo, a montadora pretende aumentar sua participação nesse segmento de mercado dos atuais 13% para 16%. “Os cinco modelos de veículos oferecidos pela empresa para o mercado off road representam atualmente 8% do portfólio total da Scania.”

Configuração sob medida

A Scania também explica que o modelo P 340 foi concebido para ser adaptável às principais operações ne

A cidade paulista de Mogi-Guaçu foi o palco do lançamento do caminhão P 340 6x4, novo modelo desenvolvido pela Scania para aplicações fora-de-estrada. Com 24 t de capacidade de carga líquida e peso bruto total (PBT Técnico) de 35 t, o veículo é equipado com motor de 11 litros e 340 hp de potência, sendo indicado para operações severas em canteiros de construção, usinas sucroalcooleiras e colheita florestal.

Seu motor, adequado às atuais normas de controle de emissão de poluentes (Conama Fase P5), conta ainda com cabeçotes individuais para cada cilindro, facilitando a manutenção do veículo. Confirmando sua robustez e vocação para serviços pesados, a motorização oferece um torque de 1.600 Nm a uma faixa de rotação de 1.100 a 1.300 rpm.

“Com esse lançamento, a Scania reforça o seu portfólio de caminhões para o segmento fora-de-estrada, que já conta com veículos para atender todas as etapas das operações de transporte em mineradoras, canteiros de obras, canaviais e colheita florestal”, diz Silvio Renan Souza, gerente de vendas de caminhões para o segmento off road.

Modelo intermediário
Segundo Souza, o principal objetivo da fabricante sueca é oferecer caminhões específicos para cada fase do processo, o que evita movimentações desnecessárias do veículo e ajuda a reduzir o consumo de combustível. “Esses fatores contribuem para a diminuição dos custos operacionais do cliente”, diz ele.

Celso Mendonça, gerente de pré-venda da Scania Brasil, segue a mesma linha de raciocínio. O executivo ressalta que o P 340 chega ao mercado para ocupar uma lacuna detectada no portfólio de produtos da marca para o segmento fora-de-estrada. “Nós percebemos que a Scania não oferecia um caminhão de porte intermediário, já que o P 310 nasceu para ser um caminhão de apoio à operação e acima dele tínhamos apenas o G 420, que pertence à linha dos extrapesados”, afirma Mendonça.

O executivo ressalta que, com o novo veículo, a montadora pretende aumentar sua participação nesse segmento de mercado dos atuais 13% para 16%. “Os cinco modelos de veículos oferecidos pela empresa para o mercado off road representam atualmente 8% do portfólio total da Scania.”

Configuração sob medida
A Scania também explica que o modelo P 340 foi concebido para ser adaptável às principais operações nesse segmento de mercado. Quando destinado a aplicação em construção pesada, por exemplo, o veículo é equipado com tomada de força, escape vertical e ejetor de partículas, entre outras características. Já os caminhões voltados à colheita de cana-de-açúcar e madeira possuem tomada de ar traseira mais alta, o que evita a aspiração de resíduos. “Esse fator contribui para a maior durabilidade do filtro do ar”, diz Souza.

Outras características dos veículos foram desenvolvidas para atender necessidades específicas de cada operações fora-de-estrada. Nessa categoria a montadora inclui o limpador automático do para-brisa, que pode ser programado para ficar na posição vertical para evitar o acúmulo de sujeira. Já o lubrificador automático de chassi, também conhecido como ACL, envia graxa aos componentes passíveis de lubrificação em dosagens e intervalos de tempo pré-programados.

O novo modelo pode ser equipado com o freio hidráulico auxiliar Retarder como item opcional, que trabalha em conjunto com o freio motor e atinge uma potência de frenagem de até 650 kW. “Este sistema pode se encarregar de 90% das frenagens durante a operação, reduzindo a necessidade de utilização dos freios de serviço e permitindo maiores velocidades médias de transporte com mais segurança”, afirma Souza.

Conforto e produtividade
Mendonça destaca ainda que o novo veículo foi desenvolvido a partir de um mix de características contidas em outros modelos da marca. Ele destaca que o trem de força e o chassi rígido, dotado de longarina dupla, assim como o eixo traseiro (RBP+RP835), cujos redutores nos cubos das rodas proporcionam estabilidade e maior durabilidade, são os mesmos utilizados nos caminhões com maior capacidade de carga da empresa. “O sistema de transmissão também foi incorporado a partir da experiência prática adquirida com o modelo G 420.”

Outro destaque é a cabine do caminhão, equipada com teto solar e com revestimento interno e bancos em vinil. “As operações fora-de-estrada geralmente exigem que operador e o veículo trabalhem por longos períodos sem descanso. Por esse motivo, investimos no conforto e na ergonomia da cabine para o bem estar do motorista e a maior produtividade da operação”, esclarece Silvio Renan Souza. Ele destaca que o novo modelo conta ainda com vidros elétricos, CD player, preparação para rádio PX e ar condicionado.

Foco nos serviços
Um conceito que sempre norteou as ações da empresa e que continuará a fazer parte da sua estratégia é a atenção ao atendimento pós-venda. De acordo com Armando Eliezer, gerente de serviços para o segmento de cana-de-açúcar e madeira, as diversas opções em serviços garantem a produtividade e disponibilidade dos veículos, condição fundamental para essa família de equipamento que, de forma geral, trabalha continuamente durante toda a semana. “O transporte é parte fundamental do processo produtivo, então, o caminhão não pode ficar parado”, diz ele.

O executivo explica que a Scania oferece pacotes de serviços ajustados de acordo com a necessidade da operação de cada cliente. O diferencial da montadora, segundo Eliezer, passa pela composição de pacotes, que incluem a oferta de peças e mão de obra com custo inferior ao que o cliente encontraria na compra avulsa dos componentes que precisam ser substituídos. “Trabalhamos com um grande estoque de peças, principalmente aquelas de maior giro, seja para manutenções corretivas ou preventivas”, afirma Eliezer.

Ele ressalta que a montadora também oferece mão-de-obra e plano de manutenção personalizado, com inspeções e revisões cujo conteúdo e os intervalos de tempo são adequados às características de cada operação. “O atendimento ao frotista pode ser no próprio local da operação, seja com uma oficina móvel ou por meio de uma instalação fixa”, conclui.