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16 de outubro de 2015
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Entrevista

"A infraestrutura é o motor para o crescimento"

Novo presidente da JCB no Brasil, José Luis Gonçalves iniciou sua gestão com grandes desafios, como aumentar a quantidade de equipamentos nacionalizados, elevar o volume de vendas dos maquinários, investir na rede de distribuição e aprimorar os serviços pós-venda.

Com mais de 20 anos de experiência na área técnica e comercial de diversas empresas com atuação global, o executivo já atuou em diferentes países da América Latina, assim como na Suécia e nos Estados Unidos. Aos 17 anos, Gonçalves ingressou na indústria automobilística e, desde então, passou por empresas de distintos segmentos, como Denso, Electrolux e Grupo Volvo. Antes de entrar na JCB, foi presidente para a América Latina da FPT Industrial.

Nesta entrevista, o executivo avalia a importância que o mercado brasileiro representa para a matriz da empresa, que investiu 350 milhões de reais em uma nova fábrica no país, que foi inaugurada em 2012 e tem capacidade produtiva de 10 mil máquinas por ano.

Para ele, esses investimentos evidenciam o interesse que a marca mantém pelo Brasil, mesmo com o país atravessando um período de incertezas e acentuada queda de vendas no mercado de equipamentos para construção. Nessa linha, Gonçalves também discorre sobre os principais desafios que o país enfrenta na atualidade e, de quebra, detalha o planejamento de sua gestão para chegar ao futuro. A seguir, acompanhe os principais trechos.

Qual é a posição da JCB no mercado atual?

Atualmente, a JCB é o terceiro produtor mundial de máquinas da Linha Amarela, produzindo cerca de 60 mil máquinas por ano. O DNA da empresa tem como base os setores da construção, mineração, aplicações industriais e florestais. Ela surgiu com retroescavadeiras e hoje fornece uma em cada duas dessas máquinas utilizadas no mundo. Além das retroescavadeiras, a fabricante tem uma presença forte com manipuladores – a cada três manipuladores produzidos, um é da marca. A empresa mantém operações em todo mundo, incluindo unidades na Inglaterra, Índia, EUA, China e Brasil, inaugurada em 2012.

E qual é a missão da marca no Brasil?

Tanto como provedora de soluções quanto como empresa, a JCB tem uma visão e uma missão muito significativas para o Brasil. A matriz da empresa investiu cerca de 350 milhões de reais na fábrica de Sorocaba (SP), tornando-a uma das mais modernas da Linha Amarela no Brasil. Tal nível de investimentos é a maior prova do compromisso com o país e com o mercado brasileiro. De 2015 a 2017, a empresa deve investir mais de 50 milhões de reais em programas de nacionalização, o que significa apostar em ferramental, engenharia, validações de testes, enfim, todos os processos que visam a trazer componentes para serem fabricados localmente.

Produção editorial: Revista M&T – Desenvolvido e atualizado por Diagrama Marketing Editoral