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30 de agosto de 2012
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Editorial

Ofertas para um mercado em expansão

No momento em que o governo brasileiro anuncia um pacote de investimentos em infraestrutura, o setor de máquinas para construção vislumbra, nessa iniciativa, a oportunidade de continuar avançando

No momento em que o governo brasileiro anuncia um pacote de investimentos em infraestrutura, para desatar os nós que emperram a cadeia produtiva e contribuir com a retomada do crescimento econômico, o setor de máquinas para construção vislumbra, nessa iniciativa, a oportunidade de continuar avançando na oferta de tecnologias para a maior produtividade de construtoras, locadoras e demais empresas que operam equipamentos nos grandes canteiros de obras do país.

Nos últimos anos, os investimentos em construção pesada que já apontavam sinais de esgotamento – contribuíram para a expansão da indústria de equipamentos no Brasil, atingindo projeção até mesmo em âmbito internacional. A sinalização do governo, de que prosseguirá na mesma direção, representa um alento para empresas que investiram em tecnologia e ampliação da capacidade produtiva.

O crescimento do mercado de equipamentos para construção, aliás, não resultou apenas no aumento da frota em operação no país. Ele também se refletiu na multiplicação de ofertas para os usuários, tanto em relação às inúmeras marcas que desembarcaram no mercado recentemente, como na popularização de equipamentos antes pouco utilizados nos canteiros de obras.

Esta edição da revista M&T está repleta de exemplos desse tipo. Nas obras subterrâneas, por exemplo, o leque de possibilidades aumentou significativamente, como demonstra a reportagem de capa, com o ingresso de novas tecnologias que aumentam a eficiência e produt


No momento em que o governo brasileiro anuncia um pacote de investimentos em infraestrutura, para desatar os nós que emperram a cadeia produtiva e contribuir com a retomada do crescimento econômico, o setor de máquinas para construção vislumbra, nessa iniciativa, a oportunidade de continuar avançando na oferta de tecnologias para a maior produtividade de construtoras, locadoras e demais empresas que operam equipamentos nos grandes canteiros de obras do país.

Nos últimos anos, os investimentos em construção pesada que já apontavam sinais de esgotamento – contribuíram para a expansão da indústria de equipamentos no Brasil, atingindo projeção até mesmo em âmbito internacional. A sinalização do governo, de que prosseguirá na mesma direção, representa um alento para empresas que investiram em tecnologia e ampliação da capacidade produtiva.

O crescimento do mercado de equipamentos para construção, aliás, não resultou apenas no aumento da frota em operação no país. Ele também se refletiu na multiplicação de ofertas para os usuários, tanto em relação às inúmeras marcas que desembarcaram no mercado recentemente, como na popularização de equipamentos antes pouco utilizados nos canteiros de obras.

Esta edição da revista M&T está repleta de exemplos desse tipo. Nas obras subterrâneas, por exemplo, o leque de possibilidades aumentou significativamente, como demonstra a reportagem de capa, com o ingresso de novas tecnologias que aumentam a eficiência e produtividade na abertura de túneis e minas subterrâneas. As minibetoneiras autopropelidas, por sua vez, que figuravam quase como um equipamento exótico diante da nossa realidade, também vêm ganhando espaço na frota das construtoras, em função dos ganhos que proporcionam à concretagem em centros urbanos ou canteiros muito espalhados.

Na área de petróleo e gás natural, que demanda equipamentos muito diferenciados dos mobilizados em construção civil, o país está prestes a ganhar sua primeira embarcação para lançamento de dutos off-shore, um serviço que antes só poderia ser contratado junto a fornecedores do exterior. Exemplos como esses demonstram o grau de desenvolvimento atingido pelo mercado brasileiro, que caminha a passos largos para consolidar sua posição de destaque no cenário internacional.

Claudio Schmidt

Presidente do Conselho Editorial