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07 de março de 2018
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Retroescavadeiras

O retorno da campeã de vendas

Após o crescimento registrado nas vendas no segundo semestre de 2017, fabricantes apontam para uma evolução do mercado brasileiro, que aos poucos começa a se recuperar do tombo

Como a esta altura todos no setor já sabem, a crise político-econômica que o país atravessa há alguns anos também se fez sentir fortemente no mercado de retroescavadeiras, consideradas os “canivetes suíços” das máquinas de construção, devido à variedade de trabalhos que podem realizar em um canteiro.

Segundo dados da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o desempenho das vendas deste produto no país sofreu no ano passado uma queda de aproximadamente 2,8% em relação a 2016, caindo de 2.223 unidades para 2.159 equipamentos vendidos. No mais recente Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, publicado com exclusividade pela

Revista M&T

em janeiro, os números são um pouco diferentes e ainda mais críticos, apontando para uma queda de 10% na família, em um recuo de 2.180 para 1.960 unidades. Seja como for, diante do cenário econômico atual foi um resultado dentro do esperado pelo mercado.

MELHORA

No entanto, apesar da queda significativa nas vendas, algumas empresas não têm do que se queixar. Principalmente se a análise considerar a divisão de mercado. É o caso da Case Construction Equipment, por exemplo. “No ano passado, consolidamos nossa posição de liderança com a entrega de 530 retroescavadeiras no acumulado até novembro, número este 8,6% maior que o realizado no mesmo período de 2016”, revela Gabriel Freitas, especialista de produto de uma das marcas para construção do Grupo CNH Industrial. “Isso corresponde a uma expressiva participação de mercado, de 27%.”

Há outros pontos positivos a se ressaltar. Embora o desempenho do setor não tenha sido bom no primeiro semestre do ano passado, houve alguns sinais de melhora na segunda metade de 2017. “Diferentemente de todos os anos anteriores, o segundo semestre foi marcado pela retomada do índice de vendas, principalmente se comparado aos três primeiros meses do ano”, posiciona Ricardo Nery, gerente de produtos da JCB, marca reconhecida como uma das principais fabricantes globais de equipamentos para construção.

De acordo com Freitas, mesmo em um cenário desafiador para a construção, como ainda vivemos, a demanda por itens que contribuem para a ergonomia e o conforto de operação segue aumentando, o que demonstra uma evolução do mercado brasileiro. “Mesmo que ainda esteja muito abaixo de regiões como América do N


Como a esta altura todos no setor já sabem, a crise político-econômica que o país atravessa há alguns anos também se fez sentir fortemente no mercado de retroescavadeiras, consideradas os “canivetes suíços” das máquinas de construção, devido à variedade de trabalhos que podem realizar em um canteiro.

Segundo dados da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o desempenho das vendas deste produto no país sofreu no ano passado uma queda de aproximadamente 2,8% em relação a 2016, caindo de 2.223 unidades para 2.159 equipamentos vendidos. No mais recente Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção, publicado com exclusividade pela Revista M&T em janeiro, os números são um pouco diferentes e ainda mais críticos, apontando para uma queda de 10% na família, em um recuo de 2.180 para 1.960 unidades. Seja como for, diante do cenário econômico atual foi um resultado dentro do esperado pelo mercado.

MELHORA

No entanto, apesar da queda significativa nas vendas, algumas empresas não têm do que se queixar. Principalmente se a análise considerar a divisão de mercado. É o caso da Case Construction Equipment, por exemplo. “No ano passado, consolidamos nossa posição de liderança com a entrega de 530 retroescavadeiras no acumulado até novembro, número este 8,6% maior que o realizado no mesmo período de 2016”, revela Gabriel Freitas, especialista de produto de uma das marcas para construção do Grupo CNH Industrial. “Isso corresponde a uma expressiva participação de mercado, de 27%.”

Há outros pontos positivos a se ressaltar. Embora o desempenho do setor não tenha sido bom no primeiro semestre do ano passado, houve alguns sinais de melhora na segunda metade de 2017. “Diferentemente de todos os anos anteriores, o segundo semestre foi marcado pela retomada do índice de vendas, principalmente se comparado aos três primeiros meses do ano”, posiciona Ricardo Nery, gerente de produtos da JCB, marca reconhecida como uma das principais fabricantes globais de equipamentos para construção.

De acordo com Freitas, mesmo em um cenário desafiador para a construção, como ainda vivemos, a demanda por itens que contribuem para a ergonomia e o conforto de operação segue aumentando, o que demonstra uma evolução do mercado brasileiro. “Mesmo que ainda esteja muito abaixo de regiões como América do Norte e Europa, a demanda por implementos tem crescido no país”, diz ele.

Há, todavia, outra diferença importante entre esses mercados e o brasileiro. Lá, as retroescavadeiras vêm perdendo espaço para os equipamentos compactos. Segundo projeções da consultoria Off-Highway Research, entre 1991 e 2021 a demanda de retroescavadeiras na Europa cairá de 17% para uma fração de cerca de 2% do mercado de máquinas comercializadas na região. Simultaneamente, soluções como miniescavadeiras saltarão de 20% para 40% do total no mesmo período. Isso considerando um mercado potencial de mais de 150 mil unidades.

Evidentemente, existem algumas razões práticas para isso. “Em regiões como a Europa e a América do Norte, que contam com infraestrutura mais desenvolvida e consolidada, é comum que máquinas menores estejam mais presentes em função da necessidade de manutenção das construções existentes e do trabalho realizado em ambientes com espaços reduzidos”, delineia Paula Araújo, gerente de marketing da New Holland Construction para a América Latina. “Além disso, principalmente nos Estados Unidos, devido a condições climáticas e culturais, é muito comum pessoas físicas adquirirem seu próprio equipamento compacto, como minicarregadeiras e miniescavadeiras, para cuidar de jardins e remover neve, por exemplo.”

Já Freitas, da Case CE, aponta outras razões da crescente preferência pelos compactos em mercados mais avançados, principalmente na Europa. De acordo com ele, no “velho continente” existe séria restrição de espaço nas partes mais antigas das cidades, em sua maioria originárias de aglomerações medievais. Poucas cidades seguiram os passos de Paris, que teve sua face inteiramente modificada – e modernizada – durante a longa administração de Georges-Eugène Haussmann, o barão de Haussmann, entre 1853 a 1870. Desse modo, as ruas das cidades europeias permaneceram tão estreitas como há centenas de anos.

Até por isso, em muitos casos também há restrição para o trânsito de caminhões e uso de máquinas pesadas nos grandes centros urbanos. “Assim, é muito comum o uso de minicarregadeiras, carregadeiras compactas e miniescavadeiras neste ambiente”, diz o especialista. “Mas o crescimento da oferta desses equipamentos da linha leve também foi estimulado por fatores como facilidade de transporte, excelente manobrabilidade, baixo custo operacional e capacidade de utilizar uma gama muito grande de implementos, que juntos contribuíram para seu sucesso.”

VERSATILIDADE

No Brasil, em contrapartida, as retroescavadeiras ainda representam uma expressiva fatia do mercado de máquinas de construção, tendo chegado a 27,2% em 2017. Tal representatividade, claro, também tem lá os seus motivos.

Para o brasileiro, o ponto forte dessas máquinas é a versatilidade. Afinal, a retroescavadeira integra implementos de outros dois equipamentos: uma pá carregadeira na dianteira e uma escavadeira na parte de trás, daí a origem de seu nome. “Além disso, por ser uma máquina de dimensões reduzidas e dotada de pneus, ela consegue locomover-se com mais agilidade na obra, em terrenos acidentados e até mesmo nas cidades”, explica Freitas.

Com isso, a retro – como é normalmente chamada – pode ser encontrada trabalhando desde construções residenciais até obras de infraestrutura, indústria, saneamento, agricultura e mineração. Daí surgiu uma das mais disseminadas comparações do mercado, como lembra Paula Araújo, da New Holland. Ela explica que as retroescavadeiras são constantemente comparadas a canivetes suíços ou porta-ferramentas, em razão justamente da versatilidade de aplicações.

Mais que isso, além de atividades na construção civil, essas máquinas têm capacidade de sobra para se manterem entre os equipamentos mais cotados também nas atividades agrícolas. “Isso se deve também à grande variedade de implementos passíveis de uso, como garfo pallet, placa vibratória, caçambas de variados tamanhos e funções, vassoura hidráulica, perfuratrizes, dentre muitos outros”, diz ela. “Com isso elas, tornam-se fundamentais nas operações de abertura de valas e elevação de cargas, por exemplo.”

Como destaca a executiva, a New Holland Construction atualmente produz na planta de Contagem (MG) dois modelos de retroescavadeiras: a B95B e a B110B. Ambos as soluções oferecem potência líquida de 91 hp e peso operacional de 6,6 a 7,2 t, mas há diferença na profundidade de escavação: de 4,4 a 5,6 m na primeira e de 4,7 a 5,6 m na segunda. “A B95B se destaca pela agilidade, alcance, precisão e força, além de oferecer segurança na operação”, garante Paula Araújo. “Assim como a versão B110B, essa máquina possui motores turboalimentados, que oferecem mais torque e potência.”

No caso da JCB, Nery reafirma que a empresa foi pioneira no desenvolvimento do conceito de retroescavadeira, no já longínquo ano de 1953. “Desde então, mantivemos a posição de fabricante número 1 do mundo nessa categoria – sendo que uma a cada duas unidades vendidas no mundo é da nossa marca”, ele observa. “Atualmente, após décadas de aprimoramento, a companhia conta com um amplo portfólio neste segmento, no qual cada máquina é desenvolvida com tecnologia de ponta, garantindo alto desempenho e economia ao usuário.”

No Brasil, a menor retroescavadeira na linha da empresa é a JCB 1CX, apresentada pela empresa como uma “mini retroescavadeira”. Com 1,4 m de largura, peso operacional de 3,1 t, motor de 49 hp e profundidade máxima de escavação de 2,5 m, esta máquina se destaca pela capacidade de giro sobre o próprio eixo. “Graças ao design de carregadeira compacta, ela pode operar em praticamente qualquer ambiente e também faz uso de engate rápido universal, além de ser capaz de realizar deslocamento lateral completo”, diz Nery.

A companhia também oferece no país os modelos 3CX e 4CX Eco, o top da linha. “Nessa família, esses equipamentos são reconhecidos como os mais eficientes do mundo em ciclos típicos de tarefa”, assegura Nery, destacando como os sistemas EcoDig, EcoLoad e EcoRoad são projetados para obter mais economia na operação.

A Case CE, por sua vez, aposta suas fichas no modelo 580N, uma máquina de 7,5 t equipada com motor turbo tração 4x4, que oferece 85 hp de potência bruta e 4,5 mm de profundidade máxima de escavação. “Este equipamento entrega maior força de desagregação na retro e aumento considerável da altura de descarga”, atesta a empresa.

DEMANDA

Em termos geográficos, atualmente a demanda mais expressiva para retroescavadeiras no Brasil, como aponta Freitas, da Case CE, está nas regiões Sudeste e Sul do país, onde tradicionalmente se concentra o maior mercado para essas soluções. Juntas, essas duas regiões respondem por 75% das vendas nacionais de retroescavadeiras. “Até novembro do ano passado, os estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo foram responsáveis por 47% das comercializações”, informa o executivo.

Já a executiva da New Holland Construction sublinha que a versatilidade da retroescavadeira tem feito com que nos últimos anos – malgrado a retração econômica – esse tipo de máquina se destacasse no setor de rental, além de ter larga aplicação no setor agrícola. Prometendo maior rapidez e precisão na operação, os modelos são utilizados para serviços como escavação, desagregação e abertura de valas, mas não só. “Elas podem ser usadas em diversas aplicações ligadas ao agronegócio, como nas culturas de soja, milho, arroz, trigo, cana-de-açúcar, pecuária, dentre outras”, enumera. “O equipamento pode colaborar ainda com o desassoreamento, limpeza, curva de nível, adubação, cultivo e irrigação.”

Assim como Paula, Nery também destaca como a retroescavadeira tem sido amplamente usada na agricultura, acrescentando o transporte de insumos dentre as atividades mais recorrentes no campo. “É um setor que tem crescido de forma expressiva, atualmente um dos principais da economia brasileira e que, certamente, continuará demandando muitas dessas máquinas nos próximos anos”, projeta o gerente de produtos da JCB.

Se as vendas não têm sido tão boas quanto se esperava, o mesmo não ocorre com a demanda por serviços, que, de certa forma, auxiliou as empresas durante os recentes anos de crise. “O segundo semestre de 2017 foi fundamental para iniciar o processo de recuperação desse setor”, avalia André Guimarães, gerente de serviços da JCB. “Nesse período, tivemos uma maior procura por serviços de manutenção e compra de peças, fatores que indicam a retomada do parque de retroescavadeiras no Brasil.”

Outro exemplo relevante vem da Case CE. Em 2016, a empresa comemorou no Brasil a marca de 30 mil retroescavadeiras vendidas em sua história. “Nenhum produto similar do ramo de equipamentos para construção já atingiu um número tão grande como esse”, garante Relton Cesar, gerente de serviço da companhia.

De acordo com ele, o maior volume de máquinas vendidas resulta em alta demanda por peças e serviços nos distribuidores da Case CE. “Cada vez mais, estamos buscando diferenciar nosso pós-venda, agregando serviços como telemetria, planos customizados de manutenção e análises de óleo, assim como otimizamos nosso TCO (custo total de propriedade), para continuar tendo um diferencial em relação ao mercado”, diz o executivo.

Por sua vez, Guimarães garante que na JCB todos os profissionais também estão muito otimistas com a área de serviços. “Observamos que, a cada ano, o entendimento acerca da importância da manutenção preventiva se fortalece no Brasil”, ele comenta. “Em relação aos anos anteriores, podemos afirmar que o setor de serviços cada vez mais tem atingido um bom desempenho. Ademais, ressaltamos que o investimento em tecnologia e na qualificação da rede de distribuidores foi um dos fatores que contribuíram para a boa performance da área.”

Nesse sentido, Guimarães destaca o lançamento do LiveLink – tecnologia que possibilita que o cliente gerencie sua frota com mais eficiência e planeje o cronograma de manutenção de forma rápida e prática. “Também temos realizado diversos encontros com as equipes de vendas de toda a rede de distribuidores do país, buscando fortalecer a presença da marca em todas as regiões do Brasil”, frisa.

PERSPECTIVAS

Apesar do ainda fraco desempenho das vendas de retroescavadeiras no ano passado, os fabricantes estão otimistas em relação a 2018. Aqui, Cesar, da Case CE, cita o Estudo de Mercado da Sobratema, segundo o qual a expectativa é de que a comercialização cresça em torno de 5% neste ano. “Isso automaticamente traz um aumento também da demanda de peças e serviços nessa linha de equipamentos, que deve crescer em torno de 10%”, estima.

De acordo com ele, a Case CE também prevê o retorno de boa parte da frota que estava parada em 2017, devido à baixa demanda de obras (as estimativas apontam para algo como 57% da frota nacional). “Outro fator crucial é que, com a crise e as consequentes dificuldades na aprovação de crédito, o mercado vem procurando manter as retroescavadeiras por mais tempo, buscando alternativas como as reformas de componentes ou mesmo do equipamento por completo”, explica.

No caso da JCB, a expectativa para o ano é de que os setores de construção e rental voltem a crescer. “No entanto, como se trata de um ano eleitoral, é possível supor que o número de licitações cairá”, prevê Nery. “Ressaltamos mais uma vez que nossa projeção é baseada na retomada do setor, bem como da melhora da economia nacional”, complementa, ressaltando ainda que a empresa lançou a retroescavadeira 3CX há dois anos, justamente com a missão de alcançar a liderança de mercado. “Ficamos muito satisfeitos em anunciar que, em breve, teremos mais novidades nesta familia”, promete o gerente.

Saiba mais:

Case CE: www.casece.com/latam/pt-br

Caterpillar: www.cat.com/pt_BR

JCB: www.jcb.com/pt-br

New Holland Construction: construction.newholland.com/lar/pt

SDLG: www.sdlg.com

"AS RETROESCAVADEIRAS SE DESTACAM POR MARCAREM PRESENÇA EM TODOS OS ESTÁGIOS DE UMA OBRA", AFIRMA ESPECIALISTA

Confira abaixo entrevista com Ivone Domakoski, consultora de marketing da Caterpillar, que comenta alguns aspectos do mercado atual para esses equipamentos.

Em outros países, as retroescavaderias aparentemente vêm perdendo espaço para equipamentos compactos. Por que isso ocorre?

Existe espaço para todos os produtos no mercado, sendo que os equipamentos compactos são uma opção para clientes que, além de proprietários, também operam suas máquinas. Mas a retroescavadeira também é um produto importante em obras grandes, pela possibilidade de trabalhar em qualquer tipo de ambiente.

No Brasil, seu uso ainda ocorre em larga escala. Há dados sobre a presença delas nas frotas do país?

Como eu disse, as retroescavadeiras são muito utilizadas no Brasil pela sua versatilidade. Essas máquinas estão presentes em todos os estágios de uma obra, executando diferentes trabalhos desde o início da obra até os momentos finais, de acabamento. Devido a essa versatilidade, são fortemente recomendadas.

Como foram as vendas da indústria desses equipamentos no país em 2017?

Em geral, o ano de 2017 fechou com um aumento no número de vendas de máquinas no país. Isso sinaliza que a confiança do consumidor tem aumentado e, neste ano, os investimentos na compra de novos equipamentos devem aumentar.

Quais são os principais avanços tecnológicos de linha nesses modelos?

Na Caterpillar, especificamente, a Série F2 de retroescavadeiras produzidas no Brasil inclui modelos 416F2 e 420F2, que são máquinas equipadas com cabina redesenhada, que oferece mais conforto ao operador, além de funcionalidades e opções adicionais que aprimoram ainda mais o desempenho e produtividade. Os níveis de ruído de dentro da cabina foram reduzidos significativamente e o novo sistema de ar condicionado agora conta com controle de recirculação, permitindo maior controle do ambiente interno. Além disso, o novo projeto do braço ganhou design em paralelo, aumentando a força de desagregação de material em 9%, a capacidade de levantamento em 13% e a altura máxima de despejo em 7%. Os modelos da Série F2 também receberam um sistema hidráulico com sensor de carga que utiliza uma bomba de pistão de fluxo variável, proporcionando mais força nas operações de escavação e carregamento, a qualquer rotação do motor. Todas essas inovações no projeto resultam em uma operação muito mais precisa e altamente eficiente.

SDLG APRESENTA NOVO MODELO PARA OS MERCADOS DO ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA

No final do ano passado, a SDLG lançou sua nova retroescavadeira B877F para os mercados do Oriente Médio e África. Equipada com caçamba padrão de 1 m3, a mais nova integrante da série F é meia tonelada mais leve que sua antecessora (B877), trazendo novo motor Yuchai de 70 kW, cabina mais espaçosa, cinemática e sistema de refrigeração aprimorados, além de outras melhorias. “Seja com a caçamba ou com o braço de escavação, a nova B877F tem potência e manobrabilidade para realizar quase todo tipo de trabalho”, comenta Henrik Sjöstrand, gerente de produto da marca.