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08 de dezembro de 2011
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Editorial

Grandes tecnologias apoiam grandes iniciativas

O Sobratema Fórum Cidades, realizado em 18 de outubro nas instalações da Fecomércio (SP), sumarizou o circulo virtuoso que todos esperam do setor de construção no Brasil. Os dados da pesquisa de mercado apresentados pelo vice-presidente da Associação, Mario Humberto Marques, demonstram que temos R$ 1,48 trilhão de investimentos previstos para os próximos cinco anos e eles estão divididos em 10 diferentes setores da infraestrutura. Trata-se, de fato, da maior expectativa já vivida pelos profissionais da construção civil no Brasil. E, concomitantemente, pela população nacional, que poderá usufruir de estruturas modernas e benéficas que vão desde o saneamento básico até os sistemas de transporte evoluídos, como o Trem de Alta Velocidade, caso esse venha a ser realmente construído.

O setor de equipamentos de construção é, logicamente, parte integrante e indispensável para que essas obras possam se concretizar. Uma prova dessa contribuição são as construções de parques eólicos para a geração de um tipo de energia renovável que pode representar 20% da matriz energética brasileira até 2020. Trata-se de construções que só evoluem se forem suportadas por tecnologias de ponta. Os guindastes de grande porte são o exemplo que começaram a fazer parte das frotas brasileiras de equipamentos nos últimos anos e viabilizaram a construção de torres de energia eólica a alturas cada vez mais elevadas e capazes de captar ventos mais fortes.

A tecnologia avançada também pauta o m


O Sobratema Fórum Cidades, realizado em 18 de outubro nas instalações da Fecomércio (SP), sumarizou o circulo virtuoso que todos esperam do setor de construção no Brasil. Os dados da pesquisa de mercado apresentados pelo vice-presidente da Associação, Mario Humberto Marques, demonstram que temos R$ 1,48 trilhão de investimentos previstos para os próximos cinco anos e eles estão divididos em 10 diferentes setores da infraestrutura. Trata-se, de fato, da maior expectativa já vivida pelos profissionais da construção civil no Brasil. E, concomitantemente, pela população nacional, que poderá usufruir de estruturas modernas e benéficas que vão desde o saneamento básico até os sistemas de transporte evoluídos, como o Trem de Alta Velocidade, caso esse venha a ser realmente construído.

O setor de equipamentos de construção é, logicamente, parte integrante e indispensável para que essas obras possam se concretizar. Uma prova dessa contribuição são as construções de parques eólicos para a geração de um tipo de energia renovável que pode representar 20% da matriz energética brasileira até 2020. Trata-se de construções que só evoluem se forem suportadas por tecnologias de ponta. Os guindastes de grande porte são o exemplo que começaram a fazer parte das frotas brasileiras de equipamentos nos últimos anos e viabilizaram a construção de torres de energia eólica a alturas cada vez mais elevadas e capazes de captar ventos mais fortes.

A tecnologia avançada também pauta o mercado de gruas, cujos modelos evoluíram possibilitando obras em duas realidades de magnitude opostas: grandes projetos e construções habitacionais. Sim, já temos no mercado brasileiro modelos capazes de agilizar a construção paletizada de habitações populares e outros voltados para grandes projetos – de construção naval a obras especiais de infraestrutura como pontes e viadutos.

Diante de uma solidez econômica notória e justificada pelas reservas internacionais de US$ 350 bilhões – que deixam o Brasil a certa distância das crises econômicas que assolam alguns países de primeiro mundo e ainda nos asseguram que qualquer instabilidade econômica não tenha o seu principio em nossas terras – resta-nos aplaudir a maioria das decisões de investimentos que estão sendo tomadas e trabalhar junto ao setor de equipamentos e tecnologia para continuarmos proporcionando todo subsídio necessário para que as grandes obras possam acontecer. Boa Leitura!