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08 de março de 2019
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Fabricante / Gestão da disponibilidade

A nova ferramenta se junta a outros recursos já disponibilizados pela empresa no país na área de serviços, como os Programas de Manutenção (com planos para cada necessidade), o Driver Services (para treinamento e aprimoramento dos motoristas) e o Plano Flexível (com cobrança por quilômetro rodado e que, segundo a empresa, reduz em 16% os custos da manutenção). “Em 2018, tivemos uma grande surpresa, pois as sementes que vínhamos plantando há alguns anos – com o desenvolvimento da conectividade e lançamento dos planos flexíveis – começaram a dar resposta”, afirmou Fabio Souza, diretor de serviços da Scania. “Com isso, fechamos o ano com um crescimento de aproximadamente 40% no portfólio de contratos, em relação ao ano anterior.”

Ferramenta se propõe a resolver o problema da baixa rentabilidade dos transportadores

Segundo ele, também é perceptível uma mudança no comportamento do frotista brasileiro, uma vez que atualmente mais de 40% de todos os veículos novos negociados pela marca já saem de fábrica com planos de manutenção, índice que – segundo o especialista – deve subir para 50% neste ano. “Com isso, estamos quase chegando a patamares europeus, que estão em 65%”, comemorou.

COMPORTAMENTO

A base do conceito é que a produtividade e a disponibilidade dos veículos estão cada vez mais ligadas ao uso inteligente dos dados gerados nas viagens, que são colhidos e disponibilizados pelos sistemas digitais embarcados nos caminhões.

Atualmente, aproximadamente 350 mil veículos da marca já estão conectados no mundo, sendo 35 mil na América Latina e 15 mil no Brasil, ajudando a desenvolver uma cultura de condução mais eficiente. “Mas dados sem utilização não levam a nada”, observou Alex Barucco, gerente de serviços conectados da Scania. “O comportamento agressivo do motorista precisa ser identificado por meio de pontuação e ranking, mostrando quem precisa de mais apoio e treinamento por meio de relatórios de condução individual, com instruções e recomendações.”

Assim, ao recolher dados individuais de desempenho em mais de 50 parâmetros, a chave do novo produto está no comportamento do motorista, o que dá o foco para a ferramenta que se propõe a resolver o problema da baixa rentabilidade dos transportadores. “Se não podemos fazer nada quanto ao frete, podemos intervir no gerenciamento da máquina e do motorista, que entende a forma melhor de conduzir”, reforçou Gustavo Andrade, gerente de portfólio de serviços da fabricante.