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04 de outubro de 2018
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Usina de Asfalto

Adequação à necessidade

Com o avanço tecnológico, os conceitos contínuo e gravimétrico atualmente entregam uma mistura asfáltica com a mesma qualidade, produtividade e segurança operacional

Com a necessidade urgente de melhoria da malha viária brasileira – em um cenário em que 90% das vias simplesmente não possuem qualquer tipo de pavimento –, as empresas devem ser preparar para atender a um novo e obrigatório ciclo de investimentos, seja na pavimentação de novas vias, seja na manutenção das vias já existentes, independentemente do que ocorra na esfera política.

Pelo viés tecnológico, o coração de uma obra viária está justamente no equipamento e sistema de pavimentação utilizados. Assim, é necessário se antecipar tecnologicamente e se preparar para atender às diversas – e crescentes – necessidades do mercado em termos de produtividade, qualidade e sustentabilidade, tanto financeira como ambiental. Todavia, considerando-se o investimento que isso representa, como optar pelo sistema de pavimentação ideal para cada operação?

Para responder a essa questão crucial para qualquer empreendimento de pavimentação, um dos aspectos mais interessantes a se observar é que o avanço da tecnologia praticamente já igualou o desempenho dos dois principais sistemas disponíveis no mercado: o Gravimétrico e o Contínuo. “No passado, as usinas de asfalto se adaptavam às características dos materiais e projetos, com produtividade variável”, posiciona Jandrei Goldschmidt, diretor de marketing da Ciber Equipamentos Rodoviários. “Com estas novas tecnologias, a produtividade é uma constante. Independentemente dos insumos e processos, a qualidade é atingida de acordo com os parâmetros estabelecidos em projeto.”

DISTINÇÃO

Novas tecnologias garantem uma produtividade constante das usinas de asfalto, que também ganharam maior mobilidade

Mesmo assim, há algumas diferenças técnico-conceituais que precisam ser devidamente consideradas para se chegar ao custo x benefício almejado, principal critério a se priorizar na escolha de qualquer equipamento.

De saída, há alguns aspectos básicos de projeto. Geralmente, as usinas contínuas são equipamentos móveis, o que facilita o seu transporte e instalação, enquanto as gravimétricas em geral são fixas, apresentando maior complexidade no processo de operacionalização.

A principal diferença entre os dois sistemas é que a usina gravimétrica faz a seleção de cada agregado de acordo com a granulometria indicada em projeto, executando posteriormente a dosagem e a mistura, o que permite maior controle do tempo de mistura. Tal característica confere uma maior qualidade à massa asfáltica em relação às usinas de sistema contínuo.

Produção editorial: Revista M&T – Desenvolvido e atualizado por Diagrama Marketing Editoral